A Revista “Isto é” veiculou em 24/07/2020 notícia sobre o início das resoluções das pendências que empurram o leilão da frequência do 5G para 2021 no Brasil.

O leilão das faixas deveria ter ocorrido em 2019. Agora a ANATEL retomou os testes que estavam paralisados devido a pandemia e prevê que o leilão da nova frequência ocorra no primeiro trimestre de 2021.

Mas o que a frequência 5G tem a ver com economia, emprego, educação e afins?

O 5G é até 100 vezes mais rápido que a tecnologia atual, levando o Brasil para a era da ultravelocidade, representando não somente a conexão das pessoas, mas também sistemas e equipamentos da chamada “Internet das Coisas*.

Para Paulo Bernardocki, diretor de solução e tecnologia de redes da Ericsson, “a digitalização cresceu e pode ficar maior com o 5G, ajudando no ganho de produtividade e até na recuperação econômica”.

Portanto, vale a pena ficar atento à evolução deste assunto, não somente pelo conforto pessoal que poderá trazer, mas também pelas diversas possibilidades que decorrerão desse significativo avanço tecnológico, tão aguardado por alguns setores da economia.

Lembrando que avanços econômicos tendem a gerar novas oportunidades de empregos (sejam inclusões advindas de aumento da demanda, sejam do acréscimo decorrente da necessidade de novos profissionais conhecedores das tecnologias/tendências mercadológicas).

* Se você nunca ouviu falar de “Internet das Coisas” ou já ouviu mas não tem a menor ideia do que significa, segue uma boa definição e resumo veiculado na Techtudo em 2014: A “Internet das Coisas” se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones <https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/08/internet-das-coisas-entenda-o-conceito-e-o-que-muda-com-tecnologia.html>’

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